Whatever happened to the people who enjoy the simple things in life?

Whatever happened to the people who enjoy the simple things in life?

Those who get so dazzled by the Sun rise that they cry …

Those who picture themselves travelling to an enchanted past just by looking at the Moon…

Those that let themselves fall asleep by the sea lulled by the singing of the waves…

Those who lie on the hot summer floor admiring the starry sky…

Those who spend hours watching children play…

Those who smile when facing the lovers kiss…

Those who leave their houses just to feel the icy wind in the winter…

Those who inhale deeply to feel the smell of wet ground after the rain…

Those who stand still long enough for the ladybug to land on their hands…

Where are they?

(Inspired by something Kobi said…)

“O Cravo e a Sepultura”

“O Cravo e a Sepultura”

"Pequenas Histórias para Entreter"

“Começara devagar, é certo, já que o dinheiro era pouco, mas começara.

Comprara a pequena Propriedade da Cruz, como era conhecida por causa da sepultura.

Esgotara todo o dinheiro que tinha poupado, mas não se arrependia. Aliás, a compra da Propriedade da Cruz fora mais do que oportuna, já que sucedera numa altura da sua vida em que tudo o que se possa imaginar corria mal.

Mais que nunca, desejava fugir de tudo e de todos, isolar-se, e a Propriedade da Cruz permitia-lhe fazer isso como nenhum outro lugar no mundo.

Dificilmente se esqueceria da primeira noite que ali passara, até porque nem fora capaz de dormir. Sentia- -se como um soldado vitorioso a festejar o fim da primeira batalha de uma guerra que sabia poder vencer.

Passara a noite sentado à janela, olhando para o céu estrelado mas progressivamente encoberto, até se ver apenas a luz brilhante e branca da Lua.

E foi precisamente nessa noite que se apercebeu da presença, distinta e impossível de ignorar, da sepultura.

Até àquela noite, a cruz nada mais era do que a única marca da presença de um túmulo. Mas, de repente, tudo mudara.

Era, de facto, um elemento estranho e, aparentemente, deslocado do cenário. Não tinha qualquer identificação, era impossível saber quem ali repousava.

Mas o mais estranho de tudo era o facto de ser solitária.”

in “Pequenas Histórias para Entreter” à venda em Bubok.pt

 

“The Island” by Luz de Lisboa

“The Island”

by Luz de Lisboa

"The Island"

“He had known the best and the worst of himself and, most of the times, only the worst, and the worst was never the worse for others but for himself.

He had exceeded all limits, but that never made him happy and he did not want to go to exceed it again.

He could see the cabin already, standing alone, completely isolated, what  made him gain strength.

Although not heavily loaded , the chest was beginning to weigh .

His naked body began to react to the cold, being shaken by small bites that signal it was heating up.

He quickened his pace, content to be near that that would be his home for the rest of his life.

He shook his head, projecting small grains of dirt and sand that were still stuck in his hair. He wanted to throw out the memories of what his life had been until now. He never wanted to think how unhappy he had been or how sometimes he didn’t even felt unhappy.

He laid the trunk on the door of the hut and took a deep breath. ”

in “The Island” for sale on Google Books, Bookstores in “Cultura” (Brazil) and Biblioteca 24 × 7

http://www.biblio1.com.br/resultado.php?titulo=A-ilha&autor=Luz-de-Lisboa&ISBN=9788578933586

 

 

“A Solteirona Incompetente”

“A Solteirona Incompetente”

“Desesperada por ter perdido o emprego, mas, sobretudo, por achar que perdeu Santiago, Lola não sabe que rumo dar à sua vida.

O clã, que a considera que a única saída para Lola é um casamento, decide tomar nas suas mãos o futuro dela.

Depois de uma reunião familiar, a mãe decide que Lola não pode esperar mais por um casamento e procura um marido para a filha.

O candidato escolhido é Camilo, filho de uma família amiga que ainda reside na zona rural de onde a família de Lola é originária.”