“A Fadinha da Asa Partida”

"A Fadinha da Asa Partida"

“A Fadinha da Asa Partida”

À venda em www.bubok.pt

http://www.bubok.pt/libros/4162/quotA-Fadinha-da-Asa-Partidaquot

Camila, Catarina e Carolina encontram uma pequena fada, a Flor, que tem uma asa partida. As três amigas procuram ajuda para tratar a asinha partida, mas nenhum dos adultos consegue ver a pequena Flor, pelo que não acreditam nas três meninas. Depois de correrem toda a cidade, as meninas começam a pensar que não serão capazes de curar a Flor e assim devolvê-la ao mundo das fadas. No entanto, acabam por encontrar dois adultos que são capazes de ver as fadas, Miguel, um professor especialista em dragões, e o seu amigo, Gabriel, um físico entendido em fadas. Miguel e Gabriel conseguem curar a Flor e ajudam as meninas a devolvê-las ao seu mundo das fadas.

 

“– Assustada com o quê? – perguntou o pai, entrando no quarto. Baixou-se e apanhou a pequena boneca.

– Porque é que esta menina hoje dorme no chão? – disse, atirando-a para dentro da cama.

Carolina saltou e correu para a pequena caminha, levantando a bonequinha rapidamente. O pai olhou-a, espantado.

– Não podes fazer isso pai! A cama hoje é para a Flor. E ela já está a dormir. – Flor não acordara apesar de a boneca quase lhe ter acertado.”

– Muito bem, Catarina, Carolina e Camila. Estavam muito zangadas com os adultos quando eu cheguei… – as três amigas gostaram logo do Miguel. Ele até tinha um ar de quem era capaz de derrotar um dragão e salvar a princesa da torre…

– Temos um problema. – disse Carolina.

– Os dragões existem mesmo? – perguntou Camila, interrompendo a amiga. Sabia o que ela ia dizer, mas primeiro era preciso fazer um teste ao Miguel. Estava tão cansada de adultos que não acreditavam em fadas que já não queria contar a história da Flor a ninguém.

– Claro.

É verdade que já são muito poucos, que moram longe e que são muito difíceis de ver, mas existem. – o Dr. Marques riu-se e despediu-se. Quando o filho começava a falar de dragões, era coisa para durar um dia inteiro e ele tinha o consultório cheio de crianças à espera de guloseimas…

– E tu já viste algum?                                                                                  

– Ao longe, quando era pequeno, mais ou menos da vossa idade. – respondeu Miguel para grande surpresa das três amigas e de Flor. Era a primeira vez que ouvia falar de um humano que já tinha visto um dragão.

– E fadas? Também existem fadas? – perguntou Catarina.

– Vocês nunca viram nenhuma? – Miguel estava intrigado. – É estranho…

– Nós já vimos.”

in “A Fadinha da Asa Partida” por Fada Madrinha

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Para ler na férias

Para ler na férias!

“A Ilha” Luz de Lisboa

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Ao Bardo Druida – capa

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“Dívida de Honra”

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Feio Terenas, O Idealista Convicto

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E para os mais pequenos…

“A Fadinha da Asa Partida”

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“A Casa do Zu e da Lu”

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A Casa do Zu e da Lu

“A casa do Zu e da Lu”

Por Fada Madrinha

"A Casa do Zu e da Lu"

Alexandre, Diogo e Luísa, três pequenos amigos estão de férias em casa dos avós do primeiro.

Num extremo do jardim, existe uma pequena casa que se julga abandonada há vários anos.

Curiosos, os três amigos decidem explorá-la e descobrem que, ao contrário do que os adultos haviam dito, a casa não está abandonada.

Nela moram dois pequenos seres, o Zu e a Lu, um estranho casal que nasceu num mundo repleto de criaturas muito diferentes dos humanos e que se vão tornar amigos de Alexandre, Diogo e Luísa.

Os três meninos percebem que também os adultos, enquanto crianças, tinham conhecido o mundo do Zu e da Lu mas que, graças a uns “pozinhos mágicos”, acabaram por se esquecer de tudo.

Desta vez vai ser diferente e Alexandre, Diogo e Luísa nunca vão esquecer os dois seres estranhos e o seu mundo tão peculiar.

“A Casa do Zu e da Lu”

“A Casa do Zu e da Lu”

"A Casa do Zu e da Lu"

Alexandre, Diogo e Luísa, três pequenos amigos estão de férias em casa dos avós do primeiro.

Num extremo do jardim, existe uma pequena casa que se julga abandonada há vários anos.

Curiosos, os três amigos decidem explorá-la e descobrem que, ao contrário do que os adultos haviam dito, a casa não está abandonada.

Nela moram dois pequenos seres, o Zu e a Lu, um estranho casal que nasceu num mundo repleto de criaturas muito diferentes dos humanos e que se vão tornar amigos de Alexandre, Diogo e Luísa.

Os três meninos percebem que também os adultos, enquanto crianças, tinham conhecido o mundo do Zu e da Lu mas que, graças a uns “pozinhos mágicos”, acabaram por se esquecer de tudo.

Desta vez vai ser diferente e Alexandre, Diogo e Luísa nunca vão esquecer os dois seres estranhos e o seu mundo tão peculiar.

“A Fadinha da Asa Partida”

“A Fadinha da Asa Partida”

“A Fadinha da Asa Partida”

 

“– Muito bem, Catarina, Carolina e Camila. Estavam muito zangadas com os adultos quando eu cheguei… – as três amigas gostaram logo do Miguel. Ele até tinha um ar de quem era capaz de derrotar um dragão e salvar a princesa da torre…

– Temos um problema. – disse Carolina.

– Os dragões existem mesmo? – perguntou Camila, interrompendo a amiga. Sabia o que ela ia dizer, mas primeiro era preciso fazer um teste ao Miguel. Estava tão cansada de adultos que não acreditavam em fadas que já não queria contar a história da Flor a ninguém.

– Claro.

É verdade que já são muito poucos, que moram longe e que são muito difíceis de ver, mas existem. – o Dr. Marques riu-se e despediu-se. Quando o filho começava a falar de dragões, era coisa para durar um dia inteiro e ele tinha o consultório cheio de crianças à espera de guloseimas…

– E tu já viste algum?                                                                                  

– Ao longe, quando era pequeno, mais ou menos da vossa idade. – respondeu Miguel para grande surpresa das três amigas e de Flor. Era a primeira vez que ouvia falar de um humano que já tinha visto um dragão.

– E fadas? Também existem fadas? – perguntou Catarina.

– Vocês nunca viram nenhuma? – Miguel estava intrigado. – É estranho…

– Nós já vimos.”

“A Casa do Zu e da Lu”

“A Casa do Zu e da Lu”

 

“A Casa do Zu e da Lu”

“Para chegarem ao mundo do Zu e da Lu tinham que seguir um caminho muito especial que deixou os meninos muito espantados: tinham que entrar na lareira do quarto. Mas lá seguiram o pequeno senhor, enquanto a Lu ia no fim. Era difícil acreditar que conseguiram atravessar a parede, mas, sem perceberam como, passaram por ela com a maior das facilidades.

Entraram num túnel e, primeiro, o caminho era muito escuro e o chão parecia que estava cheio de pedras, mas depois de um bocadinho, quando começou a cheirar muito bem, a luz aumentou e os meninos sentiram-se como se estivessem a pisar algodão doce.

Por fim, lá saíram para um enorme jardim, cheio de flores, árvores e relva, todos do tamanho do Zu e da Lu.

– Que engraçado! Consigo tocar nas copas das árvores! – disse a Luísa.

– Cheira tão bem! Parece que está tudo cheio de perfume. – comentou o Alexandre. O Diogo estava entretido a trincar uma pequena maçã que colhera.

– Parece um berlinde! – disse ele, depois de a comer em duas dentadas. – Mas é tão docinha! – a Lu ria-se do encanto dos três amigos.”